domingo, 14 de abril de 2013

A VELHA E CONHECIDA: SECA

Alguém tem ai a solução para a seca do nosso NORDESTE? órgãos públicos? cansemos disso. Existem detalhes interessantes. Ela ( a seca ) era previsível. Os estudiosos previram. Os politiqueiros aproveitam - é claro que quando falo de político, estou me referindo aquele cidadão probo, limpo, não o canalha que aproveita da situação; por exemplo dessa que todo o povo nordestino está passando. O problema não é nada fácil sabemos, mas será que não existe nenhum recurso que venha favorecer o nordestino? a estiagem; nos sabemos acontece constantemente nessa região. A cada ano há previsões, há projeções para o nordeste, suas estimativas... enfim, existem órgãos do governo que sabiam do que agora está acontecendo. A vida é ciência. Não podemos fugir disso. O certo de todas as coisas é que sabendo disso, os maus políticos, aproveitam disso, e  assim os "bons" não consegue fazer nada ou se tentam e conseguem são inexpressivos. Nós os NORDESTINOS, continuamos procurando incansavelmente a solução para pelo menos apaziguar as nossas dores e chagas secular. Enquanto em alguns lugares do país a assistência chega, não plena - sabemos -, mas em alguns números, aqui alguns nordestinos claudicam serenos, como se não houvesse amanhã.

O JOVEM RADI AGORA É AVÔ.

Nassce ( 13.04.13 ) estão a criança esperada: RADIJHA, fruto da união de Amélia e Franklin, respectivamente filha e genro do jovem Radi de Abreu. Á tempo queremos deixar aqui registrado o desejo de bem vinda ao mundo a bela criança; que chegue e conheça a vida. Imagino a alegria da outra criança: o AVÔ, ( muito mais novo que a neta). Então saudemos a vida com toda a sua diversidade; saudemos a vida e seus contrastes; sudemos tudo aquilo de bom que a nossa existência possa nos proporcionar. Salve RADIJHA!!!

POESIA: O PÃO DE CADA DIA.

Estou sempre escrevendo e tentando escrever sobre algo. Para compor uma canção, para a composição do meu livro, para simplesmente escrever; porque escrever é um exercício diário e prazeroso, mas nem sempre eu consigo. Nem sempre eu consigo colocar daquele jeitinho, entre o que penso e o que escrevo. As vezes sai ruim, as vezes não... e as vezes sai até melhor ( bom, isso na minha ótica ). Mas escrever sobre qualquer coisas é sempre mágico, fascinante, ainda mais quando construímos um poema ou uma letra daquela música que estava faltando. Ai, ai é uma achado, o anel no dedo, a luz do dia, a outra metade, o fantástico acontece. É como se o dia e as coisas melhorassem, a visão se alarga, você fica ou sente que está  melhor com o universo. É como se a gente saldasse aquela dívida antiga. Compondo música, poesia ou mesmo um simples conto, a alma salta, vadeia e povoa outros mundo inimagináveis; depois retorna feliz deixando o corpo no mesmo quilate.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

FILOSOFANDO II

Na história recente desse velho Brasil, já assistimos quedas notórias de: PRESIDENTES, GOVERNADORES, SENADORES, DEPUTADOS  FEDERAIS, ESTADUAIS, PREFEITOS E VEREADORES... mas isso EM ALGUNS LUGARES. Mas o que mais nos intriga é que aqui em nosso sítio - nossa cidade - Ibiquera, nada até agora foi consumado... vírgula: ao não ser a corrupção notória, o nepotismo descarado, o coronelismo fluente, dentre tantas outras coisas absurdas e vexatórias; isso só nos envergonha. A cidade outrora, tinha um ar de probidade, de leveza, dessas coisas boas de se viver "no interior"; hoje carrega a pecha de gente ruim e velhaca por conta DAQUELE QUE O ADMINISTRA. Sendo ele - o gestor  e sua corja -, mau pagador e inconsequente, irresponsável e proselitista, incapaz de administrar essa pequena cidade, onde nenhum deles jamais pode saber e jamais poderá saber os anseios verdadeiros do povo. Porque todos eles estão preocupados demais em seus próprios interesses. Os sonhos desse povo Ibiquerense, esse povo que sonha com o pouco do muito que foi dado, acreditando em cada palavra proferida pelos que estão hoje no poder ( desses senhores e dos que estão sendo contratados no alto escalão da cúpula do prefeito ), não sabem, não querem e não se dispõem a conhecer a realidade do nosso povo. Nenhum deles tem compromisso com essa velha cidade MÃE. E assim, enquanto os abutres fartam-se da mesa fácil do gestor, sobejos e migalhas ( ele próprio não sabe que é também consumido ), IBIQUERA segue claudicante, sendo subtraída em escalas e valores inimagináveis, falecendo calada, ao léu, administrada em mãos erradas e ignotas.